Morserus
MM Schweitzer

Quem é MM Schweitzer?

o milagre da Fênix

Marcello Mello Schweitzer é carioca, tem 48 anos, é escritor, roteirista, marido da Bruna e pai do Erik, um garotão de 3 anos.  Nos últimos 4 anos, após sair de um penoso tratamento de câncer, vem se dedicando exclusivamente a construção da trama de Morserus. Durante o tratamento, destruído emocionalmente, ele que se considerava arrogante, viu seu ego ser massacrado, viu sua arrogância ser apertada pela vida até sua destruição. Ao perder a noção de si mesmo, considerando-se um fracassado, achando-se frente a morte, prostrou-se. Contudo, ao se perder o ego, temos a chance de enxergar realmente quem somos, o que queremos, para onde devemos ir… foi nesse momento que Marcello teve uma epifania.

Tudo que temos, tudo que somos são as escolhas que fazemos. O resto, o céu e a terra, o vento e a água, a vida e a morte, são apenas os sonhos de nossos sonhos.

M M Schweitzer

A Concepção de Morserus

o momento da epifania

Essa epifania motivou MM Schweitzer a escrever as estórias de Morserus, tentativa de passar aos outros as ideias e pensamentos que o ajudaram a sair de um lugar escuro. Para muitos são estórias pesadas, um tapa na cara, mas Marcello prefere mostrar assim, o personagem contra ele mesmo, suas mentiras, sua imagem falsa, sua falsa ideia de felicidade. O nome Morserus, que Marcello buscou em um antigo roteiro que escreveu em inglês, vem do Latim mors (morte) + erus (senhor), O Senhor da Morte, representando uma nova dimensão extrassensorial, sobrevivente de nossos mais profundos pensamentos.

Um sonho é somente um sonho porque você acorda. Para quem não acorda, todo sonho vira realidade. Tudo que temos, tudo que somos, são as escolhas que fazemos.

A Chave da Felicidade

A Busca da Felicidade

o combustível que move a humanidade

É ela, a busca da felicidade, que nos força a estudar, trabalhar, ter fé, construir casas, realizar coisas, juntar dinheiro, gastar dinheiro, fazer amigos, brigar, casar, separar, ter filhos e depois protegê-los. Ela nos convence de que cada uma dessas conquistas é a coisa mais importante do mundo e nos dá disposição para lutar por elas. Mas tudo isso é ilusão. A cada vitória surge uma nova necessidade. Felicidade é uma cenoura pendurada numa vara de pescar amarrada no nosso corpo. Às vezes, com muito esforço, conseguimos dar uma mordidinha. Mas a cenoura continua lá adiante, apetitosa, nos empurrando para a frente. Felicidade é um truque.

A felicidade não é um desejo, ela não existe ao possuir o que você quer. Felicidade vem do desconhecido, do inexplorado dentro e fora de nós, em encontrar algo que você nunca imaginou existir.

A Chave da Felicidade

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