Morserus
Brinde de Veneno

Um Brinde de Veneno

não costumo demostrar medo, mas eu nunca deixei de sentir

XXXXXXXXXX que acabou de herdar a Casa Mercante de seu pai. Durante toda sua vida Lazander sempre buscou a atenção e o amor de seu pai, porém ele nunca esteve presente. Nas profundezas da ilha flutuante que eles chamam de lar existe uma longa escada em forma de caracol que leva até um quarto com portas reforçadas de metal, com mecanismos que se abrem apenas para seu pai.

conto

22 páginas (+/- 40min de leitura).

avaliações
74% 5 estrelas (41)

“Um brinde de veneno é o quinto conto que leio de M M Schweitzer. Reencontrei Zemial, o personagem que me fez buscar mais textos do autor, percebi mais uma vez o quão parecidos somos em nossos lados sombrios. Zemial me faz refletir, pensar em tudo que oculto em minhas emoções, porém, nesse texto vejo refletido em Hakien a persona que tem me feito pensar de outra forma.”

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XXXXXXXXXX de sua família, nunca conheceria o mundo da superfície, nunca veria o magnifico céu amarelo. Entretanto Malfaer não podia dizer isso a sua mãe, seria admitir que ele era um covarde e que suas promessas de levar sua família para a superfície eram falsas. Sem saída, ele mentiu mais uma vez: sorriu e falou para sua mãe que seu Orksha era de luz e, que tinha previsto que ele ganharia a competição anual da Dança dos Orkshas. Esta mentira trouxe esperança e felicidade para sua família. Afinal, ele era um herói que todos os anos assinava seu nome no livro de voluntários.

Não costumo demostrar medo, mas eu nunca deixei de sentir. Eu sempre quero morrer, até que momentos como estes chegam. A vida é uma merda até que tentem tirá-la de você. Aí, do nada, ela ganha um novo valor.

A revelação de Zemial
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